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Ida e volta entre Bataguassu e Campo Grande custará mais de R$ 100 em pedágios
Veja os pontos de cobrança e as tarifas por trecho
BR 267

A partir de novembro de 2026, motoristas que trafegarem pelos 870 quilômetros da Rota da Celulose — que engloba as rodovias BR-262, BR-267, MS-040, MS-338 e MS-395, na região leste de Mato Grosso do Sul — terão um novo sistema de cobrança de pedágio.

A grande novidade na concessão é a implementação do Free Flow, um sistema de pedágio eletrônico com livre passagem. Este modelo elimina as praças de pedágio físicas e as cancelas, garantindo mais fluidez na rodovia. O sistema funciona com a passagem livre dos veículos por pórticos instalados em pontos estratégicos, sem precisar reduzir a velocidade ou parar. Sensores, leitores de TAGs e câmeras identificam automaticamente o veículo. A passagem é registrada eletronicamente.

Mapa mostra pontos dos pórticos de pedágio na Rota da Celulose – BR-262, BR-267, MS-040 e MS-338

A Rota da Celulose deve estar oficialmente sob concessão do Consórcio Caminhos da Celulose até o final de novembro deste ano, que é o prazo legal para a assinatura do contrato. A partir dessa data, a nova concessionária assume a operação e começa a executar os investimentos previstos para os 30 anos do contrato, preparando a infraestrutura para o início da cobrança de pedágio em novembro de 2026.

Valores aproximados por rodovia

Os valores de pedágio que entram em vigor em 2026 serão diferenciados por pórtico. Confira os custos aproximados para veículos de passeio (automóveis) em cada um dos 12 pontos de cobrança:

BR-267

  • Km 21 — entre divisa SP/MS e Bataguassu: R$ 5,15
  • Km 66 — entre Bataguassu e Nova Casa Verde: R$ 12,10
  • Km 130 — entre Nova Casa Verde e Nova Alvorada do Sul: R$ 10,05
  • Km 180 — entre Nova Casa Verde e Nova Alvorada do Sul: R$ 16,40

Total para percorrer o trajeto: R$ 43,70

BR-262

  • Km 39 — entre Três Lagoas e Água Clara: R$ 12,60
  • Km 104 — entre Três Lagoas e Água Clara: R$ 14,75
  • Km 207 — entre Água Clara e Ribas do Rio Pardo: R$ 16,55
  • Km 292 — entre Ribas do Rio Pardo e Campo Grande: R$ 13,70

Total para percorrer o trajeto: R$ 57,60

MS-040

  • Km 47 — entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo: R$ 14,95
  • Km 123 — entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo: R$ 14,90
  • Km 217 — entre Campo Grande e Santa Rita do Pardo: R$ 11,35

Total para percorrer o trajeto: R$ 41,20

MS-338

  • Km 312 — entre Santa Rita do Pardo e Bataguassu: R$ 10,40

Formas de Pagamento e Como Evitar Multa

O sistema Free Flow oferece duas formas principais de pagamento, sendo que uma delas exige a regularização posterior para não configurar evasão:

  • Leitura de Etiqueta Eletrônica (TAG): O veículo é identificado automaticamente pela etiqueta. O motorista pode adquirir a TAG para o pagamento da tarifa com possibilidade de desconto (previsto em 5%). A cobrança é debitada de forma automática e instantânea.
  • Leitura da Placa do Veículo (Sem TAG): Após passar pelo pórtico a placa é lida e o usuário deverá procurar a concessionária, em seus canais de atendimento, para efetuar o pagamento da tarifa. O motorista tem até 30 dias após a passagem para providenciar a regularização do pagamento, de modo a não configurar evasão de pedágio.

Obras e benefícios para o motorista

A cobrança do pedágio é revertida em um projeto de R$ 10,1 bilhões ao longo de 30 anos, garantindo uma infraestrutura rodoviária completa e moderna. Entre os principais benefícios previstos estão 115 km de duplicações, construção de terceiras faixas, acostamentos, e contornos urbanos.

A concessão também contempla obras de segurança, como viadutos e passagens de fauna, além da implantação de Serviços de Atendimento ao Usuário modernos, que incluirão até recarga para veículos elétricos.

fonte: Redação

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