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Alerta em Bataguassu: Estelionatários se passam por advogados e fazem nova vítima; 5º caso desta semana
Polícia Civil reforça que advogados não solicitam transferências via PIX para liberação de valores
Alerta de Golpe
Foto: reprodução

A onda de crimes cibernéticos e estelionatos continua desafiando as autoridades e acendendo o sinal de alerta para os moradores de Bataguassu. Nesta quinta-feira (5), a 1ª Delegacia de Polícia Civil registrou mais um caso grave de fraude, onde uma moradora da Reta A-1, de 55 anos, perdeu R$ 6.895 após ser enganada por criminosos que se passaram por seu advogado.

A vítima relatou à polícia que foi contatada por indivíduos que utilizaram o nome de seu verdadeiro advogado. Os golpistas afirmaram que ela teria sido beneficiada em uma ação judicial no valor de R$ 22.666.

Para dar veracidade à história, os criminosos alegaram que, devido ao alto valor, seriam necessários "procedimentos bancários" para a liberação da quantia. Sob orientação constante dos autores via mensagens e ligações, a vítima foi convencida a realizar transferências via PIX para supostamente viabilizar o recebimento do dinheiro.

O prejuízo foi agravado pelo fato de que a vítima, acreditando na promessa do benefício, chegou a contratar um empréstimo bancário para cobrir os valores solicitados pelos estelionatários. Foram realizadas duas transferências: uma de R$ 2.495 e outra de R$ 4.400. O golpe só foi descoberto quando a mulher entrou em contato com seu verdadeiro advogado, que confirmou não haver nenhum valor a receber ou processo em andamento.

Este novo caso soma-se a uma série de ocorrências registradas na última semana no município. Conforme noticiado anteriormente pelo portal Novo MS, a Polícia Civil tem monitorado uma diversificação nas táticas dos criminosos na região.

Somente entre terça e quarta-feira desta semana, outros quatro casos mobilizaram os agentes, incluindo:

  • Falso ganho de causa: Um idoso de 72 anos perdeu valores após criminosos solicitarem reconhecimento facial (selfie) sob o pretexto de liberar uma ação judicial.
  • Clonagem de cartões: Um homem de 34 anos teve prejuízo de quase mil reais em compras indevidas.
  • Falso empréstimo: Uma vítima descobriu que seu nome estava negativado por uma dívida de R$ 1.519 em um banco onde ele nunca abriu conta.
  • Fraude na entrega: Um morador relatou o sumiço de um notebook de R$ 4 mil, entregue a uma pessoa desconhecida que usou dados falsos.

 

A Polícia Civil de Bataguassu reforça que nenhum advogado ou instituição bancária solicita transferências prévias ou pagamentos via PIX como condição para liberar valores de processos judiciais.

Dicas essenciais de segurança:

  1. Desconfie de boas notícias repentinas: Se receber mensagens sobre prêmios ou causas ganhas, não tome nenhuma atitude imediata.
  2. Confirme por canais oficiais: Ligue para o número de telefone que você já possui de seu advogado ou vá pessoalmente ao escritório. Não utilize números fornecidos na mensagem suspeita.
  3. Não faça transferências para terceiros: Advogados não solicitam que depósitos de taxas sejam feitos em contas de pessoas físicas desconhecidas.

 

A 1ª DP de Bataguassu segue investigando os casos para identificar a autoria dos crimes. A vítima do caso mais recente já manifestou o desejo de representar criminalmente contra os suspeitos assim que forem identificados.

fonte: Redação

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